NOVOS TRABALHOS

Carlos Farinha, Eduardo Nunes, Gilberto Gaspar, Ilídio Salteiro e Luís Herberto
A partir de 4 de Fevereiro de 2010 na Fábrica Braço de Prata, Lisboa; Inaugura 19h30; Até 28 de Fevereiro.

Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1,
Lisboa (em frente aos Correios do Poço do Bispo)

Em exposição


Carlos Farinha, Gilberto Gaspar, Ilídio Salteiro e Luís Herberto
A partir de 7 de Janeiro de 2010 na Fábrica Braço de Prata, Lisboa; Inaugura 19h30; Até 28 de Fevereiro.

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Luís Herberto

Pinturas do acervo.
Inaugura: Terça-feira, 8 de Dezembro às 18:00
Até: Quinta-feira, 24 de Dezembro às 18:00

Onde:
DOMO
logo_domo_fit1
Largo de Santos 1G
1200-808 Lisboa

Horário
3ª Feira a Sábado das 10h00 às 20h00
2ª Feira
das 15h00 às 20h00
Encerra ao Domingo e à 2ª Feira de manhã

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2008

Cidadela de Cascais
6 A 31 de Dezembro

catalogoArtzine-6
7 PROJECTOS INDIVIDUAIS - CIDADELA DE CASCAIS, AV.DOM CARLOS I, CASCAIS

Galeria 'LM' Arte Contemporânea


Exposição Colectiva de Pintura
Carlos Farinha, Luís Herberto e Gilberto Gaspar

Inaugura a 15 de Março. Até 10 de Abril.

O núcleo duro que compõe o grupo ArTzine, reúne novamente para um exposição temática, desta vez dedicada aos prazeres do sofá, encarado sobretudo como um espaço de reflexão, sem a imposição do referente formal.
Das fantasias "brueghelianas" de Carlos Farinha, aos espaços íntimos de Gilberto Gaspar, encontramos interpretações temáticas que povoam o espaço pictórico em telas exuberantes na cor e na composição. Luís Herberto apresenta sugestões de vivências ficcionais, criando "janelas" cinematográficas, remetendo para o espectador a sugestão de espaço cénico.

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2007

GALERIA SANTA CLARA


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UMBIGO/ LOJA MOUSSE/ LISBOA


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À BEIRA DOS CAMINHOS...


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O lugar da paisagem assume inúmeras variantes face à multiplicidade de propostas, quer na abordagem do próprio referente, enquanto consequência visual, quer através do encontro interpretativo textual.
Aguardamos com alguma curiosidade.

"À Beira dos Caminhos", surge como uma consequencia das viagens rotineiras entre São Pedro do Estoril e Covilhã e seguidamente no sentido inverso. Numa primeira abordagem, os resíduos visuais resultantes da auto-estrada e do ritmo alucinante e non-stop dos horários a cumprir. Depois, já na ressaca, as paragens obrigatórias para contemplar algumas paisagens mais provocatórias, quer pelas relações lumínicas, sobretudo nos contrastes entre montanha e céu, quer pela imposição das construções que se sucedem nestas andanças.
Esgotadas as possibilidades dentro destes limites, passei a explorar entre Covilhã e Porto. Magnífica paisagem, carregada de possibilidades....

Entretanto, os caminhos da serra abrem-nos outras fronteiras, possibilitando a contemplação de um horizonte que encontra quase sempre uma barreira noutra serra....
Aqui, o encontro com a terra é mais intenso e permite a aglutinação dos sentidos, sendo impossível fugir à imposição dos limites, nas caminhadas, entre vegetação selvagem e percursos pedonais solitários. A cor é mais intensa, bem como os cheiros e os sons..... gostaria de poder passar tudo isto para o papel...

(Fevereiro 2007)
Luís Herberto

Inaugura a 9 de Novembro [até 28 de Dezembro]
Galeria de exposições temporárias do Museu de Lanifícios,
Real Fábrica Veiga
Universidade da Beira Interior, Covilhã
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(Texto de António Santos)

A paisagem é um género com importante representação na história da arte. Autonomizando-se no ocidente europeu a partir do século XV, ao libertar-se das narrativas que a tomavam como fundo, constituiu-se como conteúdo expressivo de pleno direito, ombreando com outras explorações artísticas e delas distinguindo-se sobretudo pelo seu carácter global.

Configurando uma exploração eminentemente de elementos naturais, a paisagem é amiúde e enganadoramente tida como a imagem da natureza, representando, evocando ou inventando um mundo natural que se presta ao deleite do observador. A paisagem nesta visão idílica é metaforicamente tomada como uma janela através da qual se aprecia a visão que esta proporciona. Lamentavelmente para esta concepção, a arte nunca foi, não é, nem será acrítica e mais que uma janela, a paisagem configura e problematiza um conjunto de relações. Relação em primeiro lugar, entre um sujeito e o que lhe é exterior, sendo este exterior aquilo que envolve material e espiritualmente o sujeito. No contexto da vida moderna, polarizada em cidades, não é pois de estranhar que a paisagem se tenha desenvolvido no sentido da assumpção do artificial como campo privilegiado de acção, em acumulação ou mesmo como alternativa à natureza. A própria natureza não é inerte, não sendo irrelevante o que é representado, como o atesta a representação de oliveiras na Holanda do século XVII, procurando captar o espírito mediterrânico que obviamente esse país não tinha, ou a representação de carvalhos na Alemanha do século XIX, com uma forte carga nacionalista.

Descobrindo novas dimensões no universo, seja o muito grande das estrelas, o muito pequeno das moléculas, ou diferentes articulações entre elementos já conhecidos, a humanidade tem vindo a alargar progressivamente o âmbito da paisagem e sobre o qual se têm vindo a desenvolver inovadoras explorações artísticas.

Em segundo lugar, a paisagem é uma relação extremamente participativa entre dois sujeitos: o artista e o observador. É importante ter consciência de que o artista que explora a paisagem, independentemente dos meios ao seu dispor, nunca é um mero instrumento de reprodução de uma realidade. No limite e mesmo que essa realidade seja conforme à produção, terá havido um processo de selecção que condiciona a visão do espectador.

As paisagens reflectem vivências e expectativas de quem as constrói e num outro plano, de quem as vê, constituindo não uma relação unívoca, mas antes um vivo diálogo. O artista inicia um processo que terá num observador uma leitura, noutro observador outra leitura e assim consecutivamente... E se pensarmos que a recepção das obras influi decisivamente na produção de outras, temos a noção do processo infindo pelo qual a paisagem se desenvolveu até aos nosso dias.

A exploração da paisagem é multíplice, abarcando inúmeras técnicas e suportes, sobretudo bidimensionais como a pintura, desenho e fotografia, mas também tridimensionais como anualmente nos recordam os presépios. Num contexto de revolução tecnológica, em que a imagem nos surge cada vez mais facilmente e sujeita a inúmeras alterações, o computador nas suas múltiplas facetas ganha ascendente sobre outros meios. Paradoxalmente, o desenho, velhinho de muitos anos, continua a ser uma expressão actual, pelo seu carácter expedito, pela possibilidade de efectuar alterações, por exigir poucos recursos e sobretudo, por configurar a materialização de um processo de pensamento, mais que a apresentação de um produto acabado.

Neste contexto surge a presente exposição, que através do contributo de vários artistas pretende constituir-se como uma reflexão sobre o tema. Cada proposta é desenvolvida autonomamente, explorando de modo crítico tanto o conceito de paisagem, como o próprio desenho.

António Santos
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ARTE NO RIO: SOPA DOS ARTISTAS


Participação de Carlos Farinha, Gilberto Gaspar e Luís Herberto
Inaugura a 29 de Setembro/ 17h00, até 31 de Outubro
MERCADO MUNICIPAL DE ODEMIRA

Propomos uma abordagem de grupo, com três artistas plásticos a executarem pintura, sobre tela e com os habituais meios de representação da disciplina, em três pontos de vista e diferentes modos de abordar o mesmo referente, possibilitando uma interacção com o público, estruturando uma relação que se quer pedagógica, para simultâneamente devolver alguma da credibilidade perdida pela disciplina da pintura em favor de meios mais mediáticos. Da estrutura do desenho e do registo primário à expressão do gesto e da cor…
Como locais para execução, propomos a zona central de Odemira, no jogo dinâmico entre natureza e registo urbano, da arquitectura sedimentada e das “invasões industriais” à sintese criativa.
Seguidamente, na esplêndida abordagem que o projecto Arte no Rio nos sugere para a representação do natural, o magnífico estuário do Mira, que nos oferece variadas possibilidades criativas e por último, Casa Branca, um local solitário, onde o equilibrio entre natureza e ruído arquitectónico se fundem, permitindo também aos artistas momentos de divagação e encontro no rico ecossistema do parque natural...


artenorio

ARTE NO RIO é um evento artístico promovido pela Câmara Municipal de Odemira e pela Associação de Artistas Plásticos, Sopa dos Artistas.

"ART BY THE RIVER" is an international art event to take place in south-west Portugal. It is promoted by "Sopa dos Artistas", an artist' s association and the local autarchy.


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Carlos Farinha, Gilberto Gaspar e Luís Herberto, Odemira
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ArTzine #1


COLECTIVA DE ARTES PLÁSTICAS
Fevereiro 2007/ Universidade Lusófona do Porto

Ana Pascoal, António Santos, Carlos Farinha, Eduardo Nunes, Gilberto Gaspar, Jorge Bacelar, Luís Herberto, Rodrigo Baeta